O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, ou FGTS, criado em 1967 com o objetivo de proteger os empregados demitidos (sem justa causa), virou nos últimos anos sinônimo de descompasso inflacionário, igual ao ocorrido no início da década de 1990 com as poupanças dos brasileiros e os planos econômicos editados no período. Dados amplamente divulgados por economistas nas últimas semanas demonstram que a correção do fundo é inferior à inflação. No período de 1999 até hoje a alta de preços indicadas pelo IBGE (IPCA) foi 88,3% maior que a correção oficial aplicada, a Taxa Referencial (TR).

Elaboração de programa para cálculo da diferença de valores do FGTS considerando a TRxINPC

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Os trabalhadores que possuem Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) depositado, ou mesmo os que já sacaram valores no período compreendido entre o ano de 1999 até agora, podem buscar na Justiça as perdas na correção dos seus valores mensais.   

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese), entre 1999 e 2013 os trabalhadores acumularam perdas reais de no mínimo de 48,03% na correção dos valores do FGTS, se considerada a correção oficial do FGTS em comparação com a evolução do INPC.   

A correção do fundo de garantia é feita com base no índice de 3% mais TR (taxa referencial). Essa taxa foi reduzindo lentamente até estacionar em zero em setembro do ano passado.